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As melhores empresas para as mulheres trabalharem no Brasil



As melhores empresas para as mulheres trabalharem no Brasil

Fundada em Brasília pelas médicas Janete Vaz e Sandra Costa o Laboratório Sabin possui 230 unidades ....

Laboratório Sabin, Accor, Tokio Marine, IBM e Itaú Unibanco foram consideradas as cinco melhores empresas para mulheres trabalharem no país, de acordo com a 2ª edição do GPTW Mulher, uma iniciativa da consultoria GPTW (Great Place to Work). Os resultados foram revelados nesta terça-feira (27/03), em São Paulo.

"Diversidade traz maior competividade e produtividade. Na nossa empresa, de 4,3 mil funcionários, 77% são mulheres, sendo que 74% da liderança é feminina", disse Lidia Abdalla, CEO do Laboratório Sabin, escolhida pela segunda vez consecutiva a melhor empresa para se trabalhar. Fundada em Brasília pelas médicas Janete Vaz e Sandra Costa, o Laboratório Sabin possui 230 unidades em 30 cidades e apresenta um crescimento acelerado. Nos últimos três anos, adquiriu 12 empresas, segundo Lídia.

Considerando as empresas de médio porte, com até 1000 funcionários, as cinco vencedoras neste ano foram: Ford (1º), Pandora (2º), Aspen (3º), Mastercard (4º) e Bristol-Myers (5º).

Na 2ª edição do ranking, houve aumento de 208% das empresas inscritas. No total, 300 companhias participaram, somando ao todo 1.173.517 funcionários. Para participar, era preciso ter no mínimo 100 funcionários, um quadro com pelo menos 15% de mulheres funcionárias e com 15% mulheres nos cargos de gestão. Além disso, um questionário de boas práticas era aplicado e a empresa precisava atingir nota igual ou superior a 70%, considerando as respostas de suas funcionárias mulheres.

São avaliados fatores que integram o ambiente de trabalho, como promoções, participação na tomada de decisões até rotatividade voluntária. A ideia é medir não só a igualdade de gênero, segundo o GPTW, mas também se as empresas estão avançando na progressão dela. Em 2017, na primeira edição do ranking, 30 empresas foram premiadas. Neste ano, são 40 — sendo 20 de porte grande e 20 de porte médio.

As premiadas possuem, em média, 44 anos de existência. Delas, 39 são privadas e uma é cooperativa. O setor predominante na lista é o financeiro, com oito empresas, seguido pelo de biotecnologia e farmacêutico, com seis empresas. Um quarto das vencedoras (25%) tem CEOs mulheres, como é o caso da Pandora — este número é 50% maior do que na edição anterior do ranking.

Segundo o GPTW, as empresas lideradas por mulheres tiveram aumento de 11,40% no faturamento. Quarenta e nove por cento das mulheres funcionárias das empresas premiadas estão presentes na média liderança. Além disso, 82% destas empresas têm programas de coaching, 66% de mentoring e 74% delas oferecem bolsas de estudo para cursos de graduação ou pós-graduação. Considerando o nível de escolaridade, 15% do total de funcionários das empresas premiadas possuem pós-graduação. 

Os pontos mais críticos da pesquisa estão relacionados à injustiça na participação nos resultados (65%) e promoções (69%). O grupo de premiadas apresentou, em média, uma taxa de saída voluntária de 14%. 

 

Fonte: Época

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